A really beautiful and very detailed model by
Brazilian designer
Ronaldo M, from
Paperoom site.
Thanks, Ronaldo!
Um modelo belo e muito bem detalhado do designer
brasileiro Ronaldo M, do site
Paperoom. Valeu, Ronaldo!
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The Real Thing |
The SP2 was a sports car developed by
Volkswagen do Brasil for that market, from
1972 to 1976; the name is an abbreviation of
"Sao Paulo". In the 70s, the Brazilian market was closed for imports. The only
sports car officially made there was the aging (and by then retired)
Karmann Ghia, and its failed successor, the
Karmann Ghia TC. Only independent car makers were able to fill the gap, notably
Puma, Santa Matilde and Miura. The SP, the final name of the car, was built on the frame of a
Variant, with the same
Volkswagen air cooled engine, but upgraded to
1700 cc, it developed 75 hp (56 kW),
160 km/h (100 mph) and made 10 L/100 km (28 mpg-imp; 24 mpg-US).
When the car was presented, it quickly drew media attention, with its many improvements over the local
"air cooled" VW line, an impressive interior, its many extra features and its
superb finishing. A car named
SP1 was also built, but due to its
very poor performance (only 65 hp (48 kW) with a 1600 cc engine), it was soon discontinued. The same problem plagued the
SP2. In fact, a malicious joke at that time was to relate the
"SP2" name with
"Sem Potência" (
"Without Power", in
Portuguese).
Despite its revolutionary look, the car failed to beat the Puma in performance. Although they used similar engines, the fiberglass Puma was much lighter. This resulted in low sales, and
the SP was discontinued in February 1976. With a total of
10,205 units made (670 of them exported, the majority 155 went to
Nigeria with only one going to
Europe, Portugal), the car is now sought-after as a
valuable collector's item. One of them, in white, is in the
VW museum on public display. While prices during the production time frame were roughly the same as the
Beetle, the price of a well-preserved example today is considerably higher than contemporary
VW models. -
Wikipedia
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The Paper Thing and The Real Thing |
A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela
Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de
1972 a 1976; o nome supostamente é um acrônimo para
São Paulo (outras fontes atribuem a sigla à
Special Project ou
Sport Prototype).
Nos anos 70 o mercado
brasileiro estava fechado às importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos aqui eram o
Karmann Ghia e seu sucessor,
Karmann Ghia TC. Apenas fabricantes independentes atingiram algum sucesso, notavelmente o
Puma. A subsidiária da
Volkswagen no Brasil sempre gozou de uma certa independência da matriz
alemã, graças entre outras coisas à presidência de
Rudolf Leiding (que seria futuramente presidente da matriz). Em
1969 ele deu partida em um projeto independente, totalmente feito no país, para um carro esportivo de carroceria leve. Uma equipe liderada pelo engenheiro
Senor Schiemann iniciou o que chamaram de
Projeto X, e apresentaram o protótipo (executado por
José Vicente Novita Martins, Marcio Piancastelli e Jorge Yamashita Oba) na
Feira da Indústria Alemã em março de 1971. Mas levaria ainda mais um ano até que o carro ganhasse as ruas. O
SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da
Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de
1600cc, versão chamada de
SP1, ou com um motor
1700cc, chamado de
SP2.
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The Real Thing |
Este último desenvolvia 75cv,
160Km/h e fazia 10 km com um litro, e foi a versão que prevaleceu no mercado. Quando o carro foi apresentado, rapidamente atraiu a atenção da mídia especializada. Possuía um interior requintado, um acabamento de alto nível e muitas outras melhorias em relação a linha
VW a ar da época (superior inclusive ao outro
"esportivo" da
Volkswagen na época, o
Karmann Ghia TC). O
SP1 logo saiu de linha, já na época do lançamento. Com sua baixa performance (apenas 65 cv em um motor 1600), ele não agradou. Esse problema viria assombrar o
SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla
"SP" significava
"Sem Potência". Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o
Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o
Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no
SP2. Isso, evidentemente, refletiu-se nas vendas, assim como o próprio anacronismo do motor à ar na época. O preço do carro, empurrado para cima devido à produção em pequena escala, também não ajudava (
pelo preço do carro se comprava dois Fuscas 1300 na época). Assim, o carro saiu de linha em
1976. Com um total de
10.207 unidades fabricadas (670 deles exportados para a
Europa), o carro agora é valorizado como um item de colecionador e os preços de um exemplar bem preservado podem ser bem altos. -
Wikipedia
Link: Brazilian.Volkswagen.SP2.Paper.Car.by.Ronaldo.M
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