Wednesday, September 7, 2011

14-Bis Paper Plane - by Sergio Vasconcellos

Today, September 7th, Brazil celebrated its Independence Day, when Brazil ceased to be a Portuguese colony, then, to remember this date, nothing better than a genuinely Brazilian paper model, done by a Brazilian modeler, Mr. Sergio Vasconcellos.

Hoje, dia 7 de setembro, o Brasil comemora seu Dia da Independência, data em que o Brasil deixou de ser uma colônia portuguesa, então, para lembrar esta data, nada melhor que um paper model genuinamente brasileiro, feito por um  grande modelista brasileiro, o Sérgio Vasconcellos.

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The 14-bis, also known as Oiseau de Proie (French for "bird of prey"), was a pioneer-era canard biplane designed and built by Brazilian inventor Alberto Santos-Dumont. On 23 October 1906, in Paris, France, it performed the first officially witnessed unaided takeoff and flight by a heavier-than-air aircraft. - Wikipedia

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The Real Thing
O 14-bis foi um avião híbrido construído pelo inventor brasileiro Alberto Santos Dumont em 1906 e testado entre os dias 19 e 23 de julho desse ano na cidade de Paris, França.
O 14-bis era constituído por um aeroplano unido ao balão 14, que fora utilizado em vôos feitos por Santos Dumont em meados de 1905. Daí o nome "14-bis", isto é, o "14 de novo", devido ao fato do balão estar sendo reaproveitado. A função do balão era reduzir o peso efetivo do aeroplano e facilitar a decolagem. O aeróstato, porém, gerava muito arrasto e não permitia ao avião desenvolver velocidade. Santos Dumont retirou o balão e, para compensar o aumento de peso, no dia 3 de setembro de 1906 duplicou a potência do aparelho, instalando um motor de 50 cavalos-vapor no lugar do de 24 até então utilizado. Transformou o 14-bis assim no Oiseau de Proie, com o qual obteve um salto de 8 metros em 13 de setembro de 1906.
Fez modificações no avião: envernizou a seda das asas para aumentar a sustentação, retirou a roda traseira, por atrapalhar a decolagem, e cortou a estrutura portadora da hélice. Em 23 de outubro de 1906, no campo de Bagatelle, na cidade de Paris, o Oiseau de Proie II decolou usando seus próprios meios e sem auxílio de dispositivos de lançamento, percorrendo 60 metros em sete segundos, a uma altura de aproximadamente 2 metros, perante mais de mil espectadores. Esteve presente a Comissão Oficial do Aeroclube da França, entidade reconhecida internacionalmente e autorizada a homologar qualquer evento marcante, tanto no campo dos aeróstatos como no dos "mais pesado que o ar".
Em 12 de novembro do mesmo ano, com o avião - agora o Oiseau de Proie III - provido de ailerões rudimentares para ajudar na direção, percorreu 220 metros em 21,5 segundos, estabelecendo o recorde de distância da época. - Wikipedia

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Mr.Calassa flying with his replica of 14-bis.

The 14bis flying again, 100 years later!

Brasilia. Cloudy. Thick dark clouds come together from all sides. A strange square shape, beautiful and white, line up on the grass in front of a makeshift runway. The crowd begins to look for the best place to see - maybe - this strange creature take flight. Many do not believe that is possible ...
The flight of the 14bis is scheduled for 16:45, before the show's Smoke Squadron, but there is concern that the weather would worsen. It is a matter of "now or never."
Alan Calassa rises in the narrow basket is the place of the pilot, similar to that used by Santos-Dumont, and faces the "track", cut by paths of asphalt that slopes gently toward the Congress. Surprises everyone by giving a short ride to warm up the engine and which were not given time to point the cameras, it will slide through the grass and then taking off. The crowd, in disbelief, begins to applaud.
And there he goes, fading towards the twin towers at the end of the Esplanade ... flight of 400 meters! A little wind abeam stops flying replica of the fragile and Alan falls to the ground, unfortunately breaking a wheel. But he's fine, smiling. The crowd rushes to see, take pictures, clap, hug him. It looks really similar to a scene photos of the original flight, exactly 100 years, at Champs de Bagatelle, Paris.
Alan Calassa not let anyone forget this detail: "Thank you, Santos-Dumont. A great Brazilian!" he yells. - Margi Moss, 360graus.terra.com.br/esportesaereos


O 14bis decola de novo, 100 anos depois!

Brasília. Céu nublado. Grossas nuvens escuras se agrupam por todos os lados. Uma estranha forma quadrada, bela e branca, se alinha na grama em frente a uma pista improvisada. A multidão começa a procurar o melhor lugar para ver - talvez - esse estranho bicho levantar vôo. Muitos não acreditam que seja possível...
O vôo do 14bis está programado para 16h45, antes do show da Esquadrilha da Fumaça, mas há preocupação que o tempo possa piorar. É questão de "agora ou nunca".
Alan Calassa sobe na estreita cesta que é o lugar do piloto, idêntica à usada por Santos-Dumont, e encara a "pista", cortado por caminhos de asfalto, que desce suavemente em direção ao Congresso Nacional. Surpreende a todos ao dar uma pequena voltinha para esquentar o motor e, sem que tivessem tempo para apontar as câmaras, ele vai deslizando pela grama e logo decolando. A platéia, incrédula, começa a aplaudir.
E lá vai ele, sumindo rumo às torres gêmeas no final da Esplanada...vôo de 400 metros! Um ventinho de través interrompe o vôo da frágil réplica e Alan desce ao solo, infelizmente quebrando uma roda. Mas ele está bem, sorridente. A multidão corre para ver, tirar fotos, aplaudir, abraçá-lo. Parece realmente uma cena idêntica às das fotos do vôo original, há exatos 100 anos, em Champs de Bagatelle, Paris.
Alan Calassa não deixa ninguém esquecer esse detalhe: "Obrigado, Santos-Dumont. Um grande brasileiro!" ele grita. - Margi Moss, 360graus.terra.com.br/esportesaereos

Link: 14-Bis.Paper.Plane.by.Sergio.Vasconcellos

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